O amor deve ser livre de
todas as formas, sem qualquer ciúmes, pois seria como possessão. O amor deve
ser liberto de preconceitos, deve trazer a total felicidade de ambos, deve
deixar o outro ir e vir quando quiser, deve saber esperar o outro com paciência,
compreender o outro, deixar o outro sorrir e chorar quando bem entender. O amor
não deve prender, mas deve cuidar, não deve fazer sorrir, mas sorrir juntos,
sem egoísmo e sem nada forçar. O amor tem que saber lidar com a aproximação e a
distância, deve confiar quando o outro não está perto sem ficar pensando se
este está pensando em mim. Amar é libertar o outro e ao mesmo tempo manter
preso apenas ao coração, não seria apenas questão de confiança, mas de respeito
a individualidade do outro, respeito às opiniões e pensamento do outro, este é
livre para pensar, para amar da forma que quiser, livre para poder sentir o que
quiser e com a sensação de liberdade, assim o outro pode se sentir seguro e
firme no que quer. O amor deve ser reformado, novamente compreendido de tal
forma que é preciso reaprender a amar. Deve-se saber que as formas atuais de
amor tem causado tristezas, mágoas e feridas que causam terríveis cicatrizes. O
amor liberta, não aprisiona.
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